quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Internacionalização da Amazonia


Amigos, este post eu quero desejar a Barack Obama, que em uma entrevista que a rede Record mostrou no progama Hoje em Dia falou que é a favor da internacionalização da floresta Amazonica, porque os brasileiros não cuidam bem dela.

Pois bem, em certo ponto ele tem razão, realmente não cuidamos bem dela, mas seria o caminho internacionaliza-la?

Bem

Vou postar aqui hoje o show que o ministro da educação deu nos Estados Unidos:

Essa merece ser lida, afinal não é todo dia que um brasileiro dá um esculacho educadíssimo nos americanos!
Durante debate em uma universidade, nos Estados Unidos, o ex-governador do DF, ex-ministro da Educação e atual senador CRISTÓVAM BUARQUE, foi questionado sobre o que pensava da internacionalização da Amazônia. O jovem americano introduziu sua pergunta dizendo que esperava a resposta de um Humanista e não de um brasileiro.
Esta foi à resposta do Sr. Cristóvam Buarque:
"De fato, como brasileiro eu simplesmente falaria contra a internacionalização da Amazônia. Por mais que nossos governos não tenham o devido cuidado com esse patrimônio, ele é nosso.
"Como humanista, sentindo o risco da degradação ambiental que sofre a Amazônia, posso imaginar a sua internacionalização, como também de tudo o mais que tem importância para a humanidade.
"Se a Amazônia, sob uma ética humanista, deve ser internacionalizada, internacionalizemos também as reservas de petróleo do mundo inteiro. O petróleo é tão importante para o bem-estar da humanidade quanto a Amazônia para o nosso futuro. Apesar disso, os donos das reservas sentem-se no direito de aumentar ou diminuir a extração de petróleo e subir ou não o seu preço.
"Da mesma forma, o capital financeiro dos países ricos deveria ser internacionalizado. Se a Amazônia é uma reserva para todos os seres humanos, ela não pode ser queimada pela vontade de um dono, ou de um país.
"Queimar a Amazônia é tão grave quanto o desemprego provocado pelas decisões arbitrárias dos especuladores globais. Não podemos deixar que as reservas financeiras sirvam para queimar países inteiros na volúpia da especulação.
"Antes mesmo da Amazônia, eu gostaria de ver a internacionalização de todos os grandes museus do mundo. O Louvre não deve pertencer apenas à França. Cada museu do mundo é guardião das mais belas peças produzidas pelo gênio humano. Não se pode deixar esse patrimônio cultural, como o patrimônio natural Amazônico, ser manipulado e instruído pelo gosto de um proprietário ou de um país.
"Não faz muito, um milionário japonês, decidiu enterrar com ele, um quadro de um grande mestre. Antes disso, aquele quadro deveria ter sido internacionalizado.
"Durante este encontro, as Nações Unidas estão realizando o Fórum do Milênio, mas alguns presidentes de países tiveram dificuldades em comparecer por constrangimentos na fronteira dos EUA.
"Por isso, eu acho que Nova York, como sede das Nações Unidas, deve ser internacionalizada. Pelo menos Manhatan deveria pertencer a toda a humanidade. Assim como Paris, Veneza, Roma, Londres, Rio de Janeiro, Brasília, Recife, cada cidade, com sua beleza específica, sua historia do mundo, deveria pertencer ao mundo inteiro.
"Se os EUA querem internacionalizar a Amazônia, pelo risco de deixá-la nas mãos de brasileiros, internacionalizemos todos os arsenais nucleares dos EUA. Até porque eles já demonstraram que são capazes de usar essas armas, provocando uma destruição milhares de vezes maiores do que as lamentáveis queimadas feitas nas florestas do Brasil.
"Defendo a idéia de internacionalizar as reservas florestais do mundo em troca da dívida. Comecemos usando essa dívida para garantir que cada criança do Mundo tenha possibilidade de COMER e de ir à escola. Internacionalizemos as crianças tratando-as, todas elas, não importando o país onde nasceram, como patrimônio que merece cuidados do mundo inteiro.
"Como humanista, aceito defender a internacionalização do mundo. Mas, enquanto o mundo me tratar como brasileiro, lutarei para que a Amazônia seja nossa. "Só nossa!."
ESTA MATÉRIA NÃO FOI PUBLICADA, POR RAZÕES ÓBVIAS.

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Lógica indutiva VS lógica dedutiva

Há uma velha tradição segundo a qual há dois ramos da lógica: a lógica dedutiva e a indutiva. Mais recentemente, as diferenças entre estas disciplinas tornaram-se tão profundas que a maior parte das pessoas usam hoje em dia o termo "lógica" com o significado de lógica dedutiva, reservando termos como "teoria da confirmação" para abranger pelo menos parte do que se costumava chamar "lógica indutiva". Irei seguir a prática mais recente, interpretando "filosofia da lógica" como "filosofia da lógica dedutiva". Nesta secção, irei tentar mostrar as diferenças entre as duas disciplinas, e indicar brevemente as razões pelas quais as pessoas pensam que a lógica indutiva não é realmente lógica.

[Uma] maneira de as premissas de um argumento constituírem boas razões a favor da sua conclusão é quando a conclusão se segue das premissas. Vamos chamar "válido" a qualquer argumento cuja conclusão se siga das suas premissas. Um teste inicial de validade é o seguinte. Perguntamos: será possível que as premissas sejam verdadeiras mas a conclusão falsa? No caso do argumento "O Henrique é um dramaturgo e alguns dramaturgos são pobres. Logo, o Henrique é pobre" a resposta é "Sim". Mesmo que alguns dramaturgos sejam pobres, é possível que outros, talvez até a maioria, sejam ricos, e que o Henrique seja um destes outros. Em geral, um argumento é válido unicamente se for impossível que as premissas sejam todas verdadeiras mas a conclusão falsa. Poderemos ter a esperança de distinguir a lógica dedutiva da indutiva dizendo que a primeira, mas não a segunda, se ocupa da validade?

Considerem-se dois argumentos que ocorrem em centenas de manuais escolares:

  1. Todos os homens são mortais. Sócrates é um homem. Logo, Sócrates é mortal.
  2. O Sol nasceu todas as manhãs até hoje. Logo, (é provável que) nasça amanhã.
O primeiro é um exemplo canónico de um argumento classificado como válido pela lógica dedutiva. O segundo é um argumento que não é classificado como válido pela lógica dedutiva. Contudo, o lógico indutivo deve atribuir ao último um estatuto favorável qualquer. Sem dúvida que as razões que as premissas do argumento 2 nos dão a favor da sua conclusão são muito melhores do que as razões dadas pela mesma premissa a favor da conclusão oposta:
  1. O Sol nasceu todas as manhãs até hoje. Logo, (é provável que) não nasça amanhã.
Isto pode parecer um argumento tolo, mas aparentemente é qualquer coisa como isto que dá vida a alguns apostadores. A "Falácia de Monte Carlo" consiste na crença de que se o vermelho saiu várias vezes na roleta, é mais provável que da próxima vez saia o preto. O lógico dedutivo contrasta os argumentos 1 e 2 dizendo que o primeiro, mas não o segundo, é válido. O lógico indutivo irá contrastar os argumentos 2 e 3 — provavelmente sem usar a palavra "válido", mas dizendo talvez que 2, ao contrário de 3, é "indutivamente forte". As premissas de 2, mas não as de 3, fornecem fortes razões a favor da sua conclusão.

As premissas de 1 também fornecem fortes razões a favor da sua conclusão. Como poderemos distinguir razões dedutivas fortes de razões indutivas fortes? Temos uma sugestão perante nós: a verdade das premissas de um argumento dedutivo válido torna a falsidade da sua conclusão impossível, mas isso não acontece no caso de argumentos indutivamente fortes. Outro modo de colocar esta questão é: as razões dadas por um argumento dedutivamente válido são conclusivas: a verdade das premissas garante a verdade da conclusão. Este modo de traçar o contraste adequa-se a 1 e 2. A verdade da premissa de 2 pode tornar a conclusão provável, mas não a garante: não lhe dá certeza.

A lógica indutiva, como a terminologia da força indutiva sublinha, tem de se ocupar de uma relação que obtém num grau maior ou menor. Algumas razões não conclusivas são mais fortes do que outras. Assim, ao contrário da lógica dedutiva, que faz uma dicotomia clara entre argumentos válidos e inválidos, a lógica indutiva irá distinguir um contínuo de casos, no qual o argumento 2 talvez fique com uma alta classificação, ao passo que o 3 fica bastante baixo.

A validade dedutiva é, como dizem os lógicos, monotónica. Isto é, se começarmos com um argumento dedutivamente válido, então, independentemente das premissas que acrescentarmos, teremos no fim um argumento dedutivamente válido. A força indutiva não é monotónica: acrescentar premissas a um argumento indutivamente forte pode transformá-lo num argumento indutivamente fraco. Considere-se o argumento 2, que é considerado um paradigma da força indutiva. Suponha-se que acrescentamos as seguintes premissas: há um meteoro enorme que está a viajar na nossa direcção; hoje à noite entrará no sistema solar, onde permanecerá numa órbita estável em torno do Sol; irá ficar entre o Sol e a Terra, de modo que a Terra irá ficar permanentemente na sombra. Quando acrescentamos estas premissas, o argumento que resulta está longe de ser forte. (Admiti uma certa interpretação do que quer dizer que o Sol "nasce". Seja como for que interpretemos esta expressão, é fácil encontrar premissas cuja adição enfraqueça o argumento.)

Grande parte do raciocínio quotidiano não é monotónico, e há incontáveis casos mais realistas e mais simples do que o que apresentámos. Ao começar uma investigação, a confissão de Robinson constitui uma razão poderosa para pensar que ele é o culpado. Mas podemos muito bem mudar de opinião quanto à sua culpabilidade, sem mudarmos de opinião sobre a questão de saber se ele confessou, quando uma dúzia de testemunhas independentes afirmam que ele estava a 100 quilómetros de distância, na altura do crime. Este é um caso típico em que acrescentar informação pode enfraquecer razões que, isoladamente, são fortes.

A tabela 1 resume as diferenças entre a lógica indutiva e a dedutiva que mencionámos até agora.

Tabela 1



Raciocínio dedutivo válido Raciocínio indutivo forte
A verdade das premissas fornece boas razões a favor da verdade da conclusão SIM SIM*
A verdade das premissas torna a falsidade da conclusão impossível SIM NÃO
As premissas são razões conclusivas SIM NÃO
Monotónico SIM NÃO
As razões têm graus diferenciados de força NÃO SIM*

Afirmei que nem toda a gente concordaria que a lógica indutiva seja coisa que exista realmente. Um proponente famoso de uma versão extrema desta perspectiva é Karl Popper (The Logic of Scientific Discovery, cap. 1, §1), que defendeu que o único tipo de boa razão é uma razão dedutivamente válida. Uma consequência desta perspectiva é a ideia de que não há que escolher entre 2 e 3, se os considerarmos unicamente como argumentos: são ambos igualmente maus, dado que são igualmente inválidos dedutivamente. Popper rejeitaria por isso as respostas assinaladas com asterisco na nossa tabela 1. Para Popper, não existe o objecto de estudo que procurei demarcar com a expressão "lógica indutiva"; nenhum argumento indutivo nos dá boas razões; e não há diferença de grau entre a força de "razões indutivas", sendo todas elas igualmente más.

Um céptico menos radical quanto à lógica indutiva pode conceder que há boas razões que não são dedutivamente válidas, mas negar que haja qualquer disciplina sistemática que mereça o nome de "lógica indutiva". A reflexão sobre o papel do conhecimento de fundo no que chamamos "argumentos indutivamente fortes", como o 2, podem apoiar um tal cepticismo. A força indutiva, como vimos, não é monotónica. Logo, não se pode dizer que um argumento é indutivamente forte em absoluto: pois alguma informação de fundo possível irá conter elementos que enfraqueceriam em muito a conclusão. Isto significa que tem de se relativizar qualquer avaliação da força indutiva a um corpo de conhecimento de fundo. Contudo, está longe de ser óbvio como deve o projecto da lógica indutiva tentar acomodar este aspecto, pois não é nada claro como se poderá especificar o conhecimento de fundo de modo a que não seja nem uma petição de princípio (afirmando, por exemplo, que tal e tal argumento é indutivamente forte relativo a quaisquer corpos de conhecimento que não contenham qualquer informação que enfraqueça a sua conclusão), nem bastante assistemático (fazendo listas, por exemplo, de vários corpos de conhecimento de fundo). Há pois uma base genuína (não digo que seja decisiva) para duvidar que a lógica indutiva possa aspirar ao tipo de sistematização e generalidade atingido pela lógica dedutiva.

Um cepticismo ainda menos radical sobre a possibilidade da lógica indutiva tem a seguinte forma: há realmente um tal objecto de estudo, mas não merece chamar-se "lógica". Eis uma razão pela qual uma pessoa pode adoptar esta perspectiva. Pode dizer-se que qualquer coisa que mereça o nome "lógica" tem de ser formal: tal estudo terá de se ocupar da propriedade dos argumentos que resultar completamente da forma ou padrão ou estrutura das proposições envolvidas. Seja o que for que "formal" queira exactamente dizer, parece sem dúvida ser verdade que o que divide as pessoas que acham que os dados mostram que fumar aumenta o risco de doenças cardíacas e os que acham que não, não está em causa nenhuma questão formal.

Outra forma deste tipo de cepticismo é o seguinte. A lógica é a priori, mas a "lógica" indutiva não; logo, não é realmente uma lógica. Considere-se o argumento 4:

  1. O João e o Henrique tiveram vidas bastantes semelhantes excepto o facto de o João não fumar ao passo que o Henrique fuma 20 cigarros por dia. Logo, é mais provável que o Henrique morra de doença cardíaca do que o João.
Sem dúvida que a interpretação dos dados estatísticos seria importante, e talvez haja uma disciplina estatística a priori. Mas mesmo concedendo isto, parece pelo menos defensável que há algum material não a priori envolvido. Se assim for, isto é, se a questão de saber se um argumento é ou não indutivamente forte não é puramente a priori, então a "lógica" indutiva não seria uma disciplina a priori, o que a tornaria em algo bastante diferente da lógica dedutiva.

A tabela 2 resume os vários tipos de cepticismo sobre a possibilidade da lógica indutiva.

Tabela 2



Lógica dedutiva "Lógica" indutiva
A verdade das premissas fornece boas razões a favor da verdade da conclusão. SIM ?
Sistemática SIM ?
Formal SIM ?
A priori SIM ?

Mark Sainsbury
Tradução de Desidério Murcho.

~~ Texto retirado da obra <Logical Forms> (Blackwell, Oxford, 1991, pp. 9-13).

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

De onde surge a filosofia?


Mesmo os nossos conceitos mais básicos não são claros para nós; usamos sem grandes problemas, mas não temos qualquer compreensão articulada do que envolvem. É aqui que a filosofia entra. E isto mostra que é um erro pensar que todas as questões genuínas são científicas ou empíricas. Na verdade, a própria ciência levanta problemas filosóficos.

O mesmo acontece com a literatura, a história, a economia, as ciências da computação, a matemática e assim por diante. Na matemática, por exemplo, há a questão de saber de onde vieram os números: será que são apenas marcas num papel, ou ideias na mente dos matemáticos? Será que são, como Platão pensava, entidades objectivas e independentes da mente que existem fora do espaço e do tempo? Nada daquilo que aprendemos numa aula normal de matemática nos pode dar a preparação necessária para responder a tais perguntas (apesar de os nossos professores de matemática poderem ter as suas ideias filosóficas sobre estas questões). Nas ciências empíricas, as teorias são criadas para explicar os dados que foram observados, e consideramos muitas vezes que estas teorias fornecem descrições corretas da realidade. Mas note-se que esta caracterização banal da ciência usa vários conceitos que precisam urgentemente de ser elucidados: o que é uma teoria? O que é uma explicação? O que distingue uma observação da teoria usada para a explicar? O que é a verdade? O que é a realidade? A ciência opera com estes conceitos, mas não tem recursos para os explicar. O mesmo acontece com as ciências sociais: também usam os conceitos que acabamos de referir, mas também invocam conceitos como o de razão ou motivo, assim como conceitos normativos como o de correto e obrigatório — e estes conduzem-nos à filosofia moral e política, assim como à filosofia da mente. As artes empregam conceitos estéticos como os de beleza e representação, que levantam questões filosóficas: é a beleza subjectiva ou objectiva? Será que toda a representação artística é fundamentalmente do mesmo tipo? O que determina o valor estético de uma obra de arte? Depois há os conceitos extremamente gerais que surgem de súbito em todo o lado — tempo, causalidade, necessidade, existência, objeto, propriedade, identidade. Nenhuma disciplina científica nos pode dizer o que estes conceitos envolvem porque são pressupostos por quaisquer destas disciplinas; precisamos da filosofia para compreender estes conceitos. Por exemplo: é a causalidade simplesmente uma questão de simples conjunção constante de acontecimentos — de "um raio de coisa que se segue a outra", como A. J. Ayer costumava dizer — ou será que envolve um elemento de conexão necessária? E que tipo de necessidade poderá ser? Será qualquer coisa como a verdade necessária de "os solteiros não são casados"?

Estas são as perguntas que os seres humanos fazem naturalmente e acerca das quais têm estados perplexos desde que se registou pela primeira vez o pensamento articulado. As crianças fazem perguntas filosóficas espontaneamente, para grande frustração de seus pais — uma vez que os pais estão muitas vezes tão filosoficamente perdidos como os seus filhos. O filósofo é apenas alguém com interesses particularmente fortes sobre estas velhas questões universais; é a encarnação de um género de curiosidade humana — o género que procura o geral, e não o particular, que procura o abstracto e não o concreto. Claro que é fácil ficar impaciente com estas questões, pois não admitem resolução científica. Mas na verdade esta é uma resposta de filisteu combinada com fetiche científico. A ciência é sem dúvida uma tarefa importante e nobre, mas não é a única forma de investigação intelectual com valor. Não devemos abraçar a ideia de que uma pergunta ou é científica ou coisa nenhuma.

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Bob Marley - O Profeta de Jah


''A maior covardia de um homem é despertar o amor de uma mulher sem ter a intenção de amá-la.''
Bob Marley

Para muitos, Bob Marley é apenas sinônimo de maconha. O que muitos não sabem é que, por trás dos sons de Reggae, há palavras de igualdade, liberdade, gritos de paz e um eterno inconformismo com as injustiças que vivemos, principalmente as relacionadas ao preconceito racial.
Jamaicano pobre, filho de pai branco e mãe negra, a vida de Bob Marley é repleta de altos e baixos: atentado contra a sua vida, envolvimento com a política local da Jamaica, o sucesso internacional e, por fim, a luta contra um câncer que lhe custou a vida.
Veja a biografia completa do cantor em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Bob_Marley
Por seu carisma, sua eterna busca pela divulgação da paz e do amor, Bob é considerado por alguns um dos maiores profetas do nosso tempo. Lógico que há quem diga que ele não passou um de um cantor comum que fazia apologia à maconha. Para os que pensam assim, sugiro explorar um pouco mais das dezenas de álbuns que o cantor lançou antes de sua morte aos 36 anos, bem como sua história de vida a sua luta pela igualdade.
Vejam algumas frases dele:

''As Vezes construímos sonhos em cima de grandes pessoas... O tempo passa... e descobrimos que grandes mesmo eram os sonhos e as pessoas pequenas demais para torná-los reais!''



''Dificil não é lutar por aquilo que se quer, e sim desistir daquilo que se mais ama.
Eu desisti. Mas não pense que foi por não ter coragem de lutar, e sim por não ter mais condições de sofrer''


''Vocês riem de mim por eu ser diferente, e eu rio de vocês por serem todos iguais.''


''Não viva para que a sua presença seja notada, mas para que a sua falta seja sentida...''


''Em quanto a cor da pele for mais importante que o brilho dos olhos havera guerra.''


''Para que levar a vida tão a sério, se a vida é uma alucinante aventura da qual jamais sairemos vivos.''


quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Você votaria em um Ateu?

Está chegando mais uma eleição para Prefeito, e isso me faz lembrar das eleições de 1985 para assumir o cargo de Prefeito de São Paulo - Capital, se você não sabe do que eu estou falando, segue um trecho da reportagem feita pela Veja Edição 1 754 - 5 de junho de 2002

Em 1985, na eleição para a prefeitura de São Paulo, o então candidato Fernando Henrique Cardoso se atrapalhou num debate ao tentar responder se acreditava ou não em Deus. No dia seguinte, foram espalhados pela cidade panfletos contendo uma cruz e a inscrição "Cristão vota em Jânio". Fernando Henrique perdeu para o ex-presidente Jânio Quadros numa eleição apertada, e muitos correligionários atribuíram o fato à resposta dúbia dada no debate.

link fonte:

Na foto deste post, você pode notar uma pesquisa feita pela Veja também, mas em outra matéria, nesta mostra se as pessoas votariam para presidente em um(a) candidato(a): Mulher..... Negro..... Homossexual.... Ateu.....
Acreditem no que vocês estão vendo, o maior preconceito que existe no Brasil, é contra ateus, (isso porque tinha a opção ''depende da pessoa'' que foi ignorada pela maioria) o preconceito é tão grande que nenhuma mídia se arrisca a se opor contra este preconceito, por que será? talvez para não perder a credibilidade de seu público ou proteger seu IBOPE, enfim, muitos religiosos reclamam dizendo que o caminho para ''Deus'' é estreito, mas não é, cada vez mais tem programas de T.V. evangélicos, a igreja católica tem a Rede Vida, quem não tem espaço e aceitação são os ateus.
Parece até hipocrisia, todo mundo já deve ter visto a historia de Jesus, quando o apostolo Pedro negou que conhecia Jesus com medo de ser prejulgado ou até morto pelos guardas, Hoje em dia é ao contrario, ateus mentem dizendo ter religião para não ter os mesmos problemas que Pedro teria.
Certa vez, navegando em um site ateu, achei uma citação que dizia ''O super advogado argumenta que a pessoa verdadeiramente moral é o ateu que se comporta bem'', nesta citação o autor fala que ateu que se comporta bem, tem mais moral do que um religioso, porque o religioso faz o bem por medo de punição de seu Deus. ou esperando algo em troca do mesmo, sem contar que ele tem um livro sagrado de palavras de seu mestre para lhe ensinar ser bom, mas e o ateu que se comporta bem (no sentido de ser politicamente correto, ter ética etc)?
Ele se comporta bem simplesmente porque ele é uma pessoa boa, ele não espera algo em troca, porque sabe que não terá, não precisou de um ''mestre'' para lhe ensinar a amar o próximo. E se seu preconceito é tão grande a ponto de achar que não existe ateu ''bona gente'' te falo o seguinte:

Hitler foi um religioso a ponto de matar pessoas atéias, Osama Bin Laden é muçulmano, ou seja, religioso, matou centenas de inocentes no ataque de 11 de setembro apenas por serem religiosamente diferente dele, Bush é protestante e mata todo dia pessoas no Iraque.

Enquanto na lista de ateus podemos encontrar nomes como: Albert Einstein, Arthur Schopenhauer, no Brasil temos Camila Pitanga, Arnaldo Jabor, Caetano Veloso, Cassia Eller, Chico Buarque entre outros (lista com mais nomes neste site http://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_de_ateus).
Sem falar dos agnósticos como eu, Bill Gates, Darwin, Kant, Hume.


Reflita e reveja seus preconceitos caro leitor...


Você sabia?
Se você matar um mico leão dourado o Ibama e outras entidades de proteção animal te coloca atrás das grades? Mas se você provar na justiça que fez isso por um culto religioso de sua cultura você é absolvido. Até onde vamos?

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

Por que a escola não serve pra (quase) nada. agora por Rafael


No dia 22 de agosto de 2008, sexta-feira, postei aqui no blog uma matéria sobre o ensino médio, escrita por Gustavo Ioschpe publicado pela Folha em 2000, neste artigo fala sobre o que aprendemos na escola, com ênfase no ensino médio, alguns professores ou até diretores podem até ser contra este artigo, mas temos evidencias que o ensino não está lá estas coisas, vamos para um raciocínio lógico.
Segundo Renan Descartes nós seres humanos nascemos inatos de idéias, de início temos apenas instinto animal, porém as idéias são formadas de acordo com as experiências e formação que temos, aí entra os professores de escola que tem um papel importante nessa formação, claro, junto com os pais, em suma, quero que vocês leiam esta redação a seguir escrito por um aluno do ensino médio no Enem:
"A diferença entre um leão e uma pomba é que a pomba voa e o leão não, mas como o leão ele é o rei ele mata a pomba por que ele é foda afinal ele é um leão.
A mesma coisa acontece com o ser humano, só que ele não voa e nenum outro ser humano voa a não ser de avião e esses que voa de avião são rico porque a passagem de avião é cara e pobre não tem dinheiro por isso que ele voa lá em cima, porque reprensenta a superioridade do rico sobre o pobre. E o rico não respeita o pobre porque ele é pobre.
Outra diferença e entre os pretos e os branco. Os preto geralmente são pobre porque eles não tem emprego porque o pessoal não qué dá emprego pra eles porque eles são preto e pobre. Ai os branco trabalha e fica rico e zoa os preto porque eles são pobre e preto. Por isso que eles não sabe convive em armonia porque eles são diferentes, diferente do leão que não respeita a pomba porque ele é rei e mata as pomba pra ele come senão ele passa fome. Já o ser humano não vai comer outro ser humano porque eles não gosta, ao menos que seja indio canibau. E sendo preto é pior porque tem gente que não gosta nem de sentar do lado do preto (como teve uma pessoa aqui nessa sala que tava sentada numa carteira ai entrou um preto e sentou do lado dela e ela sentou mais atras e o fiscal nem falou nada aquele puto preconceituoso), quem dira comer um preto. Enfim, esse é o problema e acho que ele é insoluvel".
Então, para os defensores do ensino, ou da educação no Brasil, ta aí um aluno que entrou na escola sem saber nada, como todos, e saiu dela essa beleza que está aí em cima.
P.S. E é por causa desses jovens que sou a favor ao aborto. ;-)
''Brasil um país de tolos''

Nossa falta de pudor terá limite??


Neste final de semana eu assisti o filme American Pie: Caindo em Tentações (original: Beta House), pra quem já assistiu este filme, viu que mostra uma universidade que todos os moleques sonham, um amigo que estava vendo o filme comigo se perguntou ''Será que lá nos EUA é assim mesmo?'', pra quem não viu e/ou ou não sabe do que eu estou falando, o filme se passa numa universidade onde os alojamentos que os alunos moram não tem separação de meninos e meninas, e os banheiros são unisex, logo no começo do filme o novato na faculdade esta no banheiro fazendo o número 1, quando uma mulher totalmente nua sai do banho numa boa, sem ter vergonha nenhuma, ainda o cumprimenta, logo em seguida este mesmo novato vai para seu quarto e seu companheiro de quarto está transando com sua namorada e eles nem se incomodam quando ele entra, ainda perguntam se ele quer participar da ação...rsrsrs sem contar que a mina está fritando umas lingüiças enquanto faz o negócio...rsrs muito engraçado, isso para minha avó é um crime, é o apocalipse, é o fim do mundo.
Outro dia eu estava vendo uma foto de São Paulo de 1910, nesta fotografia, não havia mulheres nas ruas, e os homem todos de terno e chapéu, nem dá pra ver a cara deles, hoje em dia, quando está calor as mulheres andam de decote, com o umbigo aparecendo mini saia, (é maravilhoso) porem revolucionário, quem já viu uma foto de sua avó na praia quando ela era moça viu que se usava maiô tampando tudo, hoje em dia top less está na moda, e tem até praia de nudismo. E quem beija na boca pela primeira vez com 14 anos é tido como tapado...
Será que nossa falta de pudor terá limite?
Será que o que se passa no filme que citei acima não mostra a realidade das universidades daqui uns 40, 50 anos ou até menos?
Até o *beijo gay, que está pra acontecer a qualquer momento em novela de rede aberta nacional em horário nobre.
*Não tenho nada contra os homossexuais
O pudor está acabando, pergunte para uma criança de 10 anos o que é pudor e ela nem saberá te responder, pergunte pra ela o que dá vergonha nela, talvez ela responde que é usar o uniforme escolar e o pai leva-la pra escola...
Novamente pergunto. Será que nossa falta de pudor terá limite??

Internet: Antes e Depois do Orkut


Hoje em dia todos nós conhecemos este símbolo, isso está tatuado em nosso cérebro, e mesmo se hoje este símbolo sumir, você lembrará dele daqui há 10 anos, parece pouco mas se eu te perguntar quem era o prefeito de sua cidade há 10 anos atrás você saberia responder?
O mais interessante, é que todos usam mas nem sabe a origem desse site de relacionamentos, não sabe que quem o criou se chama Orkut Büyükkokten um turco nascido em 1977, engenheiro de software que exerce sua função no Google.
Ele deve adorar o Brasil, sabe por que? Observe este gráfico:



Este gráfico representa a porcentagem de acessos no site.
P.S. Se eu tivesse criado o orkut, jamais eu daria meu nome, imagina as pessoas na rua se encontrando e comentando:
- você já entrou no Rafael hoje?
- Sim eu entro todo dia, criei até uma comunidade lá dentro, tem mais de 10 mil pessoas participando, elas entram todos os dias...
Nem pensar....kkk
Era A.O. (antes do orkut)
O engraçado é imaginar que vivíamos sem o orkut antes, a graça da internet eram os e-mails, puts, eram varias piadas que passávamos pra todo mundo, as caixas de e-mail tinham 100kb, 200kb se você recebesse um e-mail com vídeo anexo sua caixa de entrada estava lotada e todos mundo que te mandasse e-mail se fu**, ops, se ferrava porque voltava, o problema era quando queriam te passar um trabalho escolar e sua caixa estava cheia, de piadas, ou outras coisas que hoje em dia é bem mais fácil achar na internet, mas não cabe a este blog citar. os sites eram visitados de vez em quando, os universitários entrava no site da facul pra ver suas notas, os torcedores entravam em sites de esporte pra ver a tabela do campeonato, mas o que pegava mesmo eram os e-mail, e claro o ICQ (para os mais jovens, o ICQ era o MSN do passado, era divertido mas as mensagens não era instantâneas de verdade e algumas nem chegava pros destinatários, e quase ninguém tinha foto porque ninguém tinha câmera digital, e as fotos eram de scanners, horrorível, porem divertido na época)
Era D.O. (depois do dito cujo)
Olha se for fazer uma análise geral, foi uma revolução boa, tenho certeza que se não fosse o orkut, não teria reencontrado antigos amigos, ter noticias dos parentes do interior a toda semana, achar links de CD para downloads, ficar por dentro de shows, participar de debates com pessoas do Brasil e do mundo inteiro, ver fotos recentes de parentes distantes, saber o que os outros pensam apenas vendo as comunidades que a mesma participa, e agora tem até status, antes de mandar um scrap, vc já pode saber como está o humor da pessoa, assim você não da bola fora exemplo, status: LUTO, saudades mãe, daí você manda o scrap, ''Aew seu FDP vc nem colou aqui ontem né, tava com pressa? Foi tirar a mãe da forca'' Os únicos que reclamam do orkut, são os casais, sim os casais vivem brigando por causa do site do Sr. Orkut Büyükkökten, principalmente quando a Regininha ou o Ricardão manda aquele scrap ''Oi xuxu, como vc tá? Estou com saudades.. Te Amodoro (uma maneira disfarçada de falar te amo), aí pronto já é motivo de briga, na certa...
Por fim, você pode até reclamar, mas duvido que o orkut não seja sua página principal do Internet Explorer, ou não esteja nos seus favoritos, no mínimo no seu histórico, basta dar dois cliques na barra de endereço e lá esta ele, o link do orkut...
O que eu imagino, é o que será a próxima moda da internet? Há quanto tempo estaremos lendo isso falando ''nossa, lembra do orkut, era da hora pra época, agora temos o #%$&*@* que é bem mais legal, ele tem $%#@*, da pra fazer $#%¨&, e ainda vem com &*#$...
Isso é claro, se não acontecer uma catástrofe e acabar com a raça humana e uma nova era dominar o mundo e... Ops viajei.

sexta-feira, 22 de agosto de 2008

Por que a Escola não Serve pra (quase) nada. por Gustavo Ioschpe

Sempre me intrigou o fato de que os melhores alunos terminam não repetindo o sucesso escolar vida afora e, ao mesmo tempo, que as pessoas de grande êxito em suas atividades foram, frequentemente, maus alunos, ou pelo menos nada brilhantes. Não são inquietações que me surgiram agora, mas já na época de estudante.

Nessa mesma época, de estudante secundário, comecei a sentir um profundo incômodo com a vida estudantil. Quando criança, tinha muito prazer em ir ao colégio, em aprender aquelas coisas novas todo dia, em resolver mistérios. A educação é o mecanismo de inserção mais poderoso que há: com ela, penetramos no mundo e nos sentimos participantes da nossa realidade. A grande parede de ignorância que nos barra da compreensão do universo vai aos poucos sendo derrubada.

Mas, em um certo momento, lá pelo fim do primeiro grau, o encantamento se quebrou. Não sei se eu é que perdi a ingenuidade, ou se foi a escola que mudou, mas ficou tudo esquemático, mecânico e completamente broxante. A relação com o professor, que antes era de companheirismo e admiração nessa viagem de descobrimento, virou burocrática e antagonística. Pairava no ar o reconhecimento mútuo de que entrávamos em um teatro, onde mestres e pupilos eram atores secundários e o papel principal ficava a cargo da mediocridade, a se infiltrar e dominar tudo. Ela ditava que o nosso papel ali era de fingidores: o professor fingia estar ensinando e se interessando pela inteligência de seus alunos, e o aluno fingia estar aprendendo e absovendo conhecimentos que lhe seriam úteis.

No fundo, todos sabiam que grande parte do que se ensinava ali era inútil e desinteressante, mas, enfim, caía no vestibular, então o que é que se havia de fazer, né?

Assim, passei, como todos os meus colegas, anos e anos regurgitando o que diziam os livrinhos que os professores nos indicavam. Líamos grandes livros, falávamos sobre grandes pensadores históricos, mas o que ficava eram perguntas sobre o enredo, pedidos de descrição de eventos e causas. Nenhuma elucubração, nenhum desejo de ir além do texto, nenhuma tentativa, enfim, de pensar e imaginar. Qualquer tentativa de dizer algo diferente ou pensar o proibido era (e continua sendo) punida com orientadores pedagógicos e coordenadores educacionais (nomes infames para cargos que se resumem aos de carcerários do presídio de almas que é a escola moderna).

Assim, o sistema educacional transformou-se numa máquina produtora de mediocridade e resignação, que vai aos poucos filtrando os inconformistas e deixando-os de lado, rotulando-os como “problemáticos”. Matando o espírito questionador, já que qualquer pergunta desafiadora é vista como um desfio à autoridade. Por isso é que os bons alunos não raro têm vida escolar apagada, e os maus alunos se saem bem: fora das paredes da escola, o espírito crítico, a imaginação e a vontade de fazer diferente são fatores indispensáveis ao sucesso.

O que só comprova a impressão de que colégios viraram exatamente aquilo que foram criados para combater: templos da gratificação da mediocridade e da mesquinharia; fortalezas que massacram aquilo que há de espontâneo nos jovens, e os “preparam para a vida”, dando-lhes a garantia de sobrevivência que é, ao mesmo tempo, a garantia de uma vida sem saltos, voltas, dúvidas, explosões, entusiasmos, descobertas, angústias e fascínios. Tudo, enfim, que faz com que a vida valha a pena.

P.S. Antes que o tradicional espírito de porco pergunte se me imagino um gênio incompreendido, confesso que passei minha temporada escolar perseguindo notas altas e me empenhando em ser o melhor da classe, mesmo sabendo a falência moral que isso significava. O que só me entristece e envergonha.


Folha de S. Paulo – Folhateen, 01/05/2000

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Salto com Varas

Nesta semana Olimpica, pude ver a atleta brasileira de salto com varas Fabiana Murrer fazer seu salto.

Fiquei um bom tempo pensando, como uma pessoa ''comum'' descobre seu talento para praticar salto com vara?

Será que uma pessoa jogando sinuca se empolgaria com o taco e....

não acho que não

Ou será que uma mulher do lar estendendo roupas olhou pro bambú e...

Sei lá.

Mais maluco é quem inventou este esporte, pelo que vi foi inventado em 1896 na Europa, mas não se sabe o nome de quem o inventou, mas foi assim:

Os homens usavam um instrumento para cruzar os canais de água. O objetivo era a distância ao invés da altura.

No final do século XIX, as faculdades deram início às competições de salto com vara. No início, os saltadores usavam varas de bambu com uma ponta afiada na extremidade. Eles competiam sobre a grama, fincando a ponta no solo (porque os buracos não eram permitidos), saltando sobre a vara e caindo sobre a grama. Nas Olimpíadas de 1896, o recorde estabelecido com uma vara de bambu foi de aproximadamente 3,2 m.

Quando a altura começou a aumentar devido às melhoras da técnica e dos materiais, colchões passaram a ser utilizados para a queda. Agora o salto com vara moderno acontece numa pista, conta com uma superfície para todo o tipo de clima, com uma caixa de encaixe da vara e vários colchões no lugar da queda. As varas modernas são feitas de material composto avançado como fibra de carbono.

Atualmente, o recorde mundial de salto com vara é de 6,1 m.


Tudo bem, foi esclarecido a invensão, mas em relação a descoberta do talento para o esporte??

Inaugaração

Hoje, 21 de agosto de 2008, Quinta-feira as 16:36 hs é inaugurado o Blog Resenha de buteco, este blog tem como objeto colocar em prática todos os assuntos do cotidiano, típicos assuntos discutidos em butecos mesmo, entre eles:

Futebol
Mulheres
Religião
Ciencia
Carro
Entre outros

Seja bem vindo, e lembre-se, seu comentario é muito importante neste blog...

Abraço a todos

Rafael da Silva Oliveira